posso sentir
o peso do corpo
pausada-mente
enquanto o vento
bate nas linhas tênues
e ao balanço da rede,
ventania...
palpitar...
não quero teus livros
nem tua boca
ou tuas páginas
rasgadas de livros amarelados
nem a tua voz rouca, louca.
estradas lotadas
de pessoas vazias
plantando dor,
quisera que um só sorriso
não fosse, ao menos
enlouquece-dor.
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