De quê servem as guerras?
De quê servem os conservadores?
De
quê serve todo esse aprisionamento condicional?
Por que não educa-los?
Por que não aceitar diferenças?
Por
que não abrir debates?
Por que não deixar ser livre?
São sempre muitas perguntas, muitas questões e poucas
respostas. Não se constrói pensamentos com guerras, ideologias são à prova de
borracha. Que a cada pedra, se atire a primeira flor. Que a cada bala perdida,
se encontre novos motivos para abaixar as armas e a guarda.
Quantos sonhos já foram mortos? Quantos sorrisos já se
apagaram? Quantas pessoas deixaram de ver a imensidão do dia e a beleza que é a
noite?
Perguntas e mais perguntas... e enquanto elas se formam,
mais vidas se perdem.
Mortes e destruição.
Estragos e poluição.
Acidentes e explosões.
Fome e devastação.
A criança que plantava sonhos, hoje planta a batalha daquele
pai que se perdeu.
A mãe que ontem sorria, hoje se transforma em lágrimas e
prantos sob os corpos de pessoas que ali ela pode amar a vida (quase) inteira,
mas perdeu-se naquele momento em que o peito foi atingido e explodiu todas as
sensações.
Estamos em meio à guerras, uma luta entre aqueles que irão dizer o que você não pode fazer e aquela
parte de você que sabe, e sempre soube, que nos somos mais do que o nosso meio
ambiente e que um sonho.
“E quando tudo for guerra, atire a primeira flor.”

Nenhum comentário:
Postar um comentário