domingo, 21 de setembro de 2014

afinal, de quê servem as guerras?

De quê servem as guerras? 
De quê servem os conservadores? 
De quê serve todo esse aprisionamento condicional?
Por que não educa-los? 
Por que não aceitar diferenças? 
Por que não abrir debates? 
Por que não deixar ser livre?
São sempre muitas perguntas, muitas questões e poucas respostas. Não se constrói pensamentos com guerras, ideologias são à prova de borracha. Que a cada pedra, se atire a primeira flor. Que a cada bala perdida, se encontre novos motivos para abaixar as armas e a guarda.
Quantos sonhos já foram mortos? Quantos sorrisos já se apagaram? Quantas pessoas deixaram de ver a imensidão do dia e a beleza que é a noite?
Perguntas e mais perguntas... e enquanto elas se formam, mais vidas se perdem.
Mortes e destruição.
Estragos e poluição.
Acidentes e explosões.
Fome e devastação.
A criança que plantava sonhos, hoje planta a batalha daquele pai que se perdeu.
A mãe que ontem sorria, hoje se transforma em lágrimas e prantos sob os corpos de pessoas que ali ela pode amar a vida (quase) inteira, mas perdeu-se naquele momento em que o peito foi atingido e explodiu todas as sensações.
Estamos em meio à guerras, uma luta entre aqueles que irão dizer o que você não pode fazer e aquela parte de você que sabe, e sempre soube, que nos somos mais do que o nosso meio ambiente e que um sonho.


“E quando tudo for guerra, atire a primeira flor.”

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