E quieta a lua sorria
Diante de tantos versos
Diante daquelas músicas
Diante da energia que ali era repassada...
E a lua não descia
Ficou ali, parada
Admirada com toda aquela intervenção verbal
Quiçá, o pequeno público já lhe fizesse uma grande mudança
E ali no mêi das serras
No mêi do mato
No mêi da gente
No mêi dos ventos
Ela, então, enfim desceu
E o espetáculo, então, marcou;
Marcou a paz,
Marcou a gente,
Marcou sorrisos,
Marcou de repente.
E para cada batida de sino
Uma nova esperança entra em cena.
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