segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Que seja doce.

Que seja doce.
Irei repetir todos os dias, todos os meses, quiçás até os segundos.
E que a vida embale seus rumos como uma garota que brinca no balanço. Uma garota que já pensa em ser grande o suficiente para encarar as dores que a vida te traz, mas que traz consigo o medo de brincar longe de suas bonecas.
Que agosto venha com a brisa daquele vento que passa quando a gente imagina estar em nossa casa na árvore, num lugar longe de todas as realidades podres que cercam os sorrisos maravilhados com o pôr do sol.
Não há escudo que impeça o tempo de machucar, mas há amigos, bebidas e cigarros para amenizar o masoquismo interno que o coração sofre quando aprende a querer (totalmente) alguém.
Um voto de paz interna, e um pacto de eternidade.
Então... que seja doce.
Sentir-se seguro, sentir o amor...e não trocá-lo por nada.
Foco no pensamento: que seja doce, que seja doce, que seja doce (...)
Faz-se até florescer!

2 comentários:

  1. Que a árvore tenha frutos, e sejam doces como o olhar para o poente; nela, sentiremos brisas de outrora, fumaças passadas, goles intermináveis, mas nenhuma saudade, pois o pôr-do-sol está bem ali e posso sonhar o quanto estou alta do chão e dos sorrisos descoloridos; posso sentir, lá na árvore que ainda subo lá para me encantar com o mundo. Beijão, gata linda. Parabéns pelo blog. Você me inspirou

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