segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Canteiros

Fecha porta ao entrar, abre todas as janelas. 
O amor merece respirar.
Guarda-o, mas não aperta tanto.

Sem avançar o sinal vermelho dos teus olhos, os meus dedos caem perfeitamente em cada nota dos seus lábios. Quisera um dia ser real.
Eu te amo, as vezes, não diz tudo. 
Mas quando tudo não funciona, a gente muda a rotina das coisas e abre novas janelas na espera de novos horizontes, na espera de novos desenhos em nuvens. E segue.

Eu pretendo ficar aqui, mas quando você pedir pra parar... baby, eu paro!
Nos canteiros encontra-se a saudade do amor, da felicidade, dos sorrisos, das risadas de bebê.
Alguns nascem para o suave, outros para os confins da noite.

Um comentário:

  1. Eita moleca danada, tá escrevendo que é uma benção; Nas mudanças rotineiras novos scripts podem ser escritos, pois temos a capacidade de produzir muitos personagens, adoro ser Mariazinha, para logo depois "pedir" que lave os pratos. Sei que essa metáfora fala das vontades de outrem, mas nossas vontades de poeta são subjetivas, inúmeras, relativas; e suave, ou down, quem nos acompanha é levado a nos permitir, sabemos esperar as vontades. Parabéns Mariane.

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