segunda-feira, 24 de março de 2014

...sobre pequenos devaneios memoráveis

Fiz uma viagem sem data e horário marcado à minha infância e, por inúmeras frações de segundos que se multiplicavam a cada momento em minha mente, respirei felicidade.

Felicidade ao, novamente, brincar de esconde-esconde, ao estar rodeada de amizades verdadeiras; ao me encontrar, me encantar e encontrar.
Felicidade ao fazer bolhinhas de sabão e estoura-las com a ponta da língua;
Felicidade ao ver a felicidade se espalhar a cada abraço e a cada sorriso tímido (do outro lado da rua), a cada beijo no rosto que minha mãe costuma dar ao deitar-me, e sempre quando acordava.
Felicidade ao ver que cada tombo do passado, deveras, me trouxe lições a serem usadas no meu presente, e que eles sempre vão estar acontecendo a cada passo dado, a cada escolha feita e a cada pequena história deixada para trás, mas não necessariamente esquecida.
Felicidade sem custo, sem prazo, sem medo...

Hoje visitei a minha infância enquanto piscava meus olhos, os flash's se expandiam, bem como a sintonia causadas através dos meus batimentos e respiração. Pude inspirar amor verdadeiro e respirar felicidade, em devaneios de memórias vivas sob um certo estado espírita.

sábado, 15 de março de 2014

...sobre-viver.

Deixa essa mesmice toda de lado, aprende que os valores você jamais perderá. Nas brincadeiras com o tempo, acabei despindo-me das palavras e perdendo-as em equações de tempos. 

Penso,
re-penso,
e o tempo...
ih, deu branco!

De que adianta preocupar-se tanto com opiniões alheias? E, pior ainda, de quê adianta formar opiniões destrutivas quanto ao próximo? Tão mais simples acolhê-los e mostrar novas visões, novos olhos, novos horizontes, novos sorrisos, novos abraços e nossa energia positiva; tão mais simples dar descarga naquela carga introspectivamente negativa que os roídos alheios podem causar - é bem melhor sentir a chuva e observar tudo se esvair a cada gota que cai e escorre no corpo -. 

De que adianta tentar ser sempre o certo? Se é mais simples aprender com os outros a ver mundos diferentes dos nossos, e, quiçá, trazer alguns traços da vida dos outros para o nosso cotidiano. 

De que adianta discutir sobre religião? É tão mais simples descobrir que cada uma delas planta o amor, que todas elas querem o amor; e ainda tem gente que perde tempo defendendo questões bíblicas, quando podem apenas se dar conta que a maior religião é amar, e transformar o choro dos outros em sorriso, e o riso em amor. Só riso, então... paz ciência.

Me perco em palavras quando as procuro, mas sou embaralhada mesmo. E, talvez, a vida seja essa eterna incógnita, fazendo com que a gente se perca - até mesmo de nós mesmos -, pro's encontros serem melhores que as partidas. 

Capte os bons momentos, os bons fluídos, as novas experiências e tudo aquilo fizer com que se sinta melhor, mesmo naqueles dias chuvosos, onde o riso teme não sair. E dispa-se de todo o resto.

Quiçá isso seja sobre viver, ou sobreviver. 
Ah, tanto faz.

...E se algum dia te disserem que isso tudo é bobagem, volte a ser criança novamente e...: Hakuna Matata! 

Apenas viva,
e ame,
e viva,
e ame, livre-mente
e viva...
e ame...
e viva interna-mente, eterna-mente...
quantas vezes forem necessárias.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Reticente

Respirando
horizontes
novinhos 
em 
folha


e

reinventa-me-ei
sempre
que
preciso

mais

sol
se
preciso
flor.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Outro canto em qualquer canto

Ainda que meio de canto, eu canto.
Canto um conto
Conto um tanto
Tanto um quanto
Quanto ou quando?
Quando encanto
Enquanto encontro
Um outro canto.
O amor na prática é contraditório
Por isso nunca amei ninguém.
E sempre vou amar.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Aos garotos


Aquele garoto de cabelos longos, boa conversa e um ótimo gosto musical... o garoto que de primeira vista não se deixou levar por, quiçá, uma timidez.
O garoto que guarda um coração imenso por dentro e um sorriso maior ainda por fora
Que escreve no coração assim como um popstar escreve compõe suas próprias canções 
Aventureiro. Destemido. E agora, mais vidrado ainda no prazer da aventura com pessoas desconhecidas, até então.

O pequeno-grande-menino do rock, das ruas, das noites, das escaladas, das viagens...que embala seus dias noturnos regados a vinho, rock, conversas jogadas ao tempo e guardadas num recanto especial para pessoas pouco conhecidas, mas com um grande significado.
Marcado à sangue, que ele percorra por todas as correntes transmitindo o bom e velho rock'n'roll. E amor.

Aos garotos do rock, um brinde aos bons sons e aos novos ventos. 

sábado, 4 de agosto de 2012

Por mais de mil km/h

Tem algo que sempre entra sem permissão, bagunça tudo, faz aquele seu lado "menos visto" tornar-se mais transparente. Tem algo que não se importa em qual situação você se encontre, se está bem ou mal, feliz ou triste, no melhor dos amores ou naquelas brigas incalculáveis. Tem algo mais teimoso do que certos orgulhos, algo que é mais forte do que certas palavras, algo que chega a cair mais do que c
ertas lágrimas de tristeza....porque você simplesmente lembra, e sorri.
Sempre tem algo que você lembra. E que, por algum motivo não se deixa perder por nada, dentro de uma mente que parece não querer pulsar no exibicionismo de pensamentos malucos.
Tem algo que... enfim...
A saudade comeu meu nome, meu endereço...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Aconchegante e meio ralé

eu queria uma casinha na árvore,
algo feito pra nós.
a fins de um amor simples, de dormir ao seu lado e receber um bom dia mais simples (e sincero) ainda
tomar café em pequenas chícaras, conversar sobre o seu dia
sobre o amor...sobre os pássaros
e sorrir.

numa pequena cama deitar pra repousar sobre o teu peito
e de nada mais temer,
colocar um som qualquer, sem nada de nossa trilha sonora
tudo sem muito clichê, sem muito estragos e mais ganhos.

e ali deitar
e ali ficar, repousar
observar as luas, estrelas e brincar com as nuvens
que aos finais de tarde só nos reste suspirar e respirar.

nossa casinha apertada
aconchegante e meio ralé.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Despir-me das palavras

Fez-se como um pássaro, surreal
Voando para o lado certo, colocando as coisas no lugar enquanto assobiam canções ao vento.
Ou talvez no meio de tantas voltas eu encontre o meu lugar.
Do lado avesso.
Do lado certo que as coisas são.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Aponta pra fé e rema..

Doce o mar, perdeu no meu cantar...
Doce o sorriso que permanece intacto em todas essas cabecinhas, dentro de todas essas lágrimas. Da vontade de voltar. Da vontade do abraço. E que eu não me perca, que você não me solte. Que você não nos solte.
Fiz a minha realidade se perder nas devaneações da minha irrealidade por causa da não despedida que virou saudade.
Não reconheço o sentido de estar só, entre tantos caminhos longos, entre toda a eternidade, entre tantos sorrisos e brincadeiras, entre mensagens e fugas. Entre a melancolia. Só a saudade.
[E eu peço todas as noites para que papai do céu cuide de você, do mesmo jeito que eu cuidaria.]


"E se o tempo for te levar
Eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar"










só não se perca de mim.