segunda-feira, 24 de março de 2014

...sobre pequenos devaneios memoráveis

Fiz uma viagem sem data e horário marcado à minha infância e, por inúmeras frações de segundos que se multiplicavam a cada momento em minha mente, respirei felicidade.

Felicidade ao, novamente, brincar de esconde-esconde, ao estar rodeada de amizades verdadeiras; ao me encontrar, me encantar e encontrar.
Felicidade ao fazer bolhinhas de sabão e estoura-las com a ponta da língua;
Felicidade ao ver a felicidade se espalhar a cada abraço e a cada sorriso tímido (do outro lado da rua), a cada beijo no rosto que minha mãe costuma dar ao deitar-me, e sempre quando acordava.
Felicidade ao ver que cada tombo do passado, deveras, me trouxe lições a serem usadas no meu presente, e que eles sempre vão estar acontecendo a cada passo dado, a cada escolha feita e a cada pequena história deixada para trás, mas não necessariamente esquecida.
Felicidade sem custo, sem prazo, sem medo...

Hoje visitei a minha infância enquanto piscava meus olhos, os flash's se expandiam, bem como a sintonia causadas através dos meus batimentos e respiração. Pude inspirar amor verdadeiro e respirar felicidade, em devaneios de memórias vivas sob um certo estado espírita.

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