sábado, 15 de março de 2014

...sobre-viver.

Deixa essa mesmice toda de lado, aprende que os valores você jamais perderá. Nas brincadeiras com o tempo, acabei despindo-me das palavras e perdendo-as em equações de tempos. 

Penso,
re-penso,
e o tempo...
ih, deu branco!

De que adianta preocupar-se tanto com opiniões alheias? E, pior ainda, de quê adianta formar opiniões destrutivas quanto ao próximo? Tão mais simples acolhê-los e mostrar novas visões, novos olhos, novos horizontes, novos sorrisos, novos abraços e nossa energia positiva; tão mais simples dar descarga naquela carga introspectivamente negativa que os roídos alheios podem causar - é bem melhor sentir a chuva e observar tudo se esvair a cada gota que cai e escorre no corpo -. 

De que adianta tentar ser sempre o certo? Se é mais simples aprender com os outros a ver mundos diferentes dos nossos, e, quiçá, trazer alguns traços da vida dos outros para o nosso cotidiano. 

De que adianta discutir sobre religião? É tão mais simples descobrir que cada uma delas planta o amor, que todas elas querem o amor; e ainda tem gente que perde tempo defendendo questões bíblicas, quando podem apenas se dar conta que a maior religião é amar, e transformar o choro dos outros em sorriso, e o riso em amor. Só riso, então... paz ciência.

Me perco em palavras quando as procuro, mas sou embaralhada mesmo. E, talvez, a vida seja essa eterna incógnita, fazendo com que a gente se perca - até mesmo de nós mesmos -, pro's encontros serem melhores que as partidas. 

Capte os bons momentos, os bons fluídos, as novas experiências e tudo aquilo fizer com que se sinta melhor, mesmo naqueles dias chuvosos, onde o riso teme não sair. E dispa-se de todo o resto.

Quiçá isso seja sobre viver, ou sobreviver. 
Ah, tanto faz.

...E se algum dia te disserem que isso tudo é bobagem, volte a ser criança novamente e...: Hakuna Matata! 

Apenas viva,
e ame,
e viva,
e ame, livre-mente
e viva...
e ame...
e viva interna-mente, eterna-mente...
quantas vezes forem necessárias.

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