Minha mãe dizia, quando eu era pequena para largar mão de ser moleca. Que brincar na rua, jogar futebol com os meninos, brincar de pega-pega ou esconde-esconde seriam coisas que me fariam voltar com o joelho esfolado, cotovelo machucado, ou algo assim. Deus queira me perdoar, mas foi uma das únicas coisas que não obedeci. Eu nunca me importei com o joelho, ele já é feio por natureza. Então brinquei sem ter medo de me machucar, porque acreditei que ser criança era a melhor coisa que poderia ser!
Hoje eu vejo meus joelhos com algumas marcas, ou várias. São cicatrizes que não sei da onde vem, outras me lembro muito bem, em todos os detalhes, cada história, cada dia que nunca vou esquecer.
Tempo bom de apenas viver e saber que brincando nada mais poderia querer!
Hoje eu cresci, mas não abandonei a criança, ela existe e vive ainda em mim.
Já sou um pouco madura, um pouco experiente..
E lembrando da infância consegui fazer um elo com o presente.
O joelho é como a vida, não deixaremos de usá-la por medo de cair, afinal a vida é isso mesmo ai, viver, arriscar, tentar, sem o medo de no final cair!
Não se tem medo de que fiquem as marcas, ela é bonita de qualquer jeito.
Quem não vive, não cai isso é verdade, mas quem não cai, não vive.
Então de que vale uma bonita e limpa imagem de um "joelho" sem marcas se não tem se quer uma história, um momento para se contar? Aos menos, para somente se lembrar.
Hoje eu vejo meus joelhos com algumas marcas, ou várias. São cicatrizes que não sei da onde vem, outras me lembro muito bem, em todos os detalhes, cada história, cada dia que nunca vou esquecer.
Tempo bom de apenas viver e saber que brincando nada mais poderia querer!
Hoje eu cresci, mas não abandonei a criança, ela existe e vive ainda em mim.
Já sou um pouco madura, um pouco experiente..
E lembrando da infância consegui fazer um elo com o presente.
O joelho é como a vida, não deixaremos de usá-la por medo de cair, afinal a vida é isso mesmo ai, viver, arriscar, tentar, sem o medo de no final cair!
Não se tem medo de que fiquem as marcas, ela é bonita de qualquer jeito.
Quem não vive, não cai isso é verdade, mas quem não cai, não vive.
Então de que vale uma bonita e limpa imagem de um "joelho" sem marcas se não tem se quer uma história, um momento para se contar? Aos menos, para somente se lembrar.
É, viver é se jogar sabendo que há probabilidade de cair, mas saber que as cicatrizes um dia se fecham, e tornam-se apenas marcas, a qual chamamos de experiência. Vive-se para ser feliz, e as marcas que carregamos com elas fazem parte desse caminho. Sem elas, a vida, ser feliz.. não existe!
Vira só apenas uma paisagem limpa que diz nada.
Vira só apenas uma paisagem limpa que diz nada.
E o vento leva.
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