sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Soco no estômago

O mundo é portátil pra quem não tem nada a esconder, para quem não tem medo de sonhar, nem de sorrir.
O mundo só não é portátil para aqueles que conseguem fingir tão bem que acabam enganando a si mesmo.


Escreverei um prelúdio, para o meu próprio conto de fadas. Diferente do que se vê, diferente do que se escuta, diferente do que se é acostumado a sentir. Eu desapareço e me escondo. Acho que sonhadores como eu estão sempre dizendo adeus. Então vou abrir minhas asas e voar.
...E correr atrás de músicas que me dêem arrepios a cada nota que tocar, e de filmes que me prendam, e de qualquer pessoa que me lembre aparentemente o Johnny Depp.
Primeiro passo dado, primeiro pássaro despertado.
Jazz aqui vontades mínimas, múltiplas, incomuns.
Coisas
que não dão pra
parar
nem de beber
nem de escrever
nem de sentir
e muito menos
de entrar em êxtase, seja agonia ou de amor.

É pura carne viva. 

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