Dia chuvoso.
Suave melodia das gotas caindo.
Cheiro de terra molhada.
Nostalgia.
Palavras delicadas.
Abraços.
Sorriso no rosto.
Filmes.
Cama quente.
Lembranças.
Sensibilidade.
Hoje acordei com uma vontade incrível de escrever algo. Não sei sobre o que poderia escrever; pensei em milhões de coisas, mas meus dias estão confusos demais pra que eu consiga pensar em algo concreto. Pensei muito, em muitas coisas, mas nada se encaixava com o que eu queria, foi aí que eu percebi que eu só queria escrever; sei um porque, apenas escrever.
Abri uma nova página, olhei pra janela e brinquei de escrever; um monte de palavras, que não se definem em estilo melancólico, nem crítico, nem nada. Apenas palavras jogadas, retiradas, descartadas. E em mim essa louca vontade de tirar tudo do lugar, desarrumar, desconstruir...sei lá... pareço querer concordar, mas discordo pelo simples prazer de contrariar. Pode ser tudo. Pode ser nada. Isso eu decido depois.
Abri uma nova página, olhei pra janela e brinquei de escrever; um monte de palavras, que não se definem em estilo melancólico, nem crítico, nem nada. Apenas palavras jogadas, retiradas, descartadas. E em mim essa louca vontade de tirar tudo do lugar, desarrumar, desconstruir...sei lá... pareço querer concordar, mas discordo pelo simples prazer de contrariar. Pode ser tudo. Pode ser nada. Isso eu decido depois.
Do que adianta ser vulnerável? Do que adianta tentar correr, fugir, se esconder?
Eu pensava que era sozinha, mas aí eu olhei pro meu travesseiro.
...
Mas isso não vem ao caso, acabei fugindo dos meus pensamentos.
Pensamentos soltos.
E eu não sou muito boa nessa coisa de pensar. E palavras, muitas vezes, são erros.
(Ouvindo "Canto dos malditos na terra do nunca - A falta.")
Ah, essas vontades insaciáveis de escrever, tenho-as quase todos os dias, mas as palavras me fogem.
ResponderExcluirLindo post.