E eu que não sei nada do mar, nem das entranhas pelas quais meu pensamento fica preso a cada grão de areia, por baixo, bem baixo, de onde muitos pisam, poucos não se atrevem.
Mas do palpável já sei, encontro em cada encontro, para mim nem tão importante assim.
Intocável. Ah, esse sim! Quer algo melhor que algo que não se vê? Que algo que nos faz desejar cada vez mais? Ah, o intocável.
Sensações que se fecham ao abrir dos olhos para coisas óbvias. Poucos dias atrás eu fui capaz de entender, mas em poucos segundos depois vi que não havia mais vontade de permanecer.
Tudo por enquanto, nada para sempre. Tudo por enquanto, nada para sempre. Tudo por enquanto, nada para sempre. E eu aspiro. E eu inspiro.
Hoje é um bom dia para se pensar no amanhã. Talvez não seja assim que eu queira estar.
Venho trazendo em minha mochila o melhor cardápio de erros e algumas poucas boas intenções.
Então sigo viagem.
Eu, minha mochila e meus pensamentos não mais utilizáveis com o desespero de te encontrar.(Ouvindo "The Smiths - Please, Please, Please, Let Me Get What I Want.")
que delícia te ler, porque não fiz antes?
ResponderExcluirum beijo, bonicta!