Fora de si e diante do abstratismo alguém se vê como uma ponte, um abismo e um cigarro.
Nao, não que me veja como um cigarro, quis dizer que (às vezes) preciso de um.
Sou jovem demais e o cinismo de muitas pessoas acaba por consumir mais do que uma imaginação precise.
Não encontro no alcool uma saída, mas encontro companhias. E a minha melhor companhia sou eu.
As vezes também é preciso sorrir como se fosse verdade; não misturar sempre a verdade nos olhos, até porque todo tipo de gente se aproxima. BORING!
Palavras, palavras, palavras...não mais que isso.
Os gestos parecem ser invisíveis, intragáveis e irrevogavelmentes sem sentido algum, sem a materialização do mesmo.
Maior parte existencial que habita dentro das minhas carnes, suplica por muitas vezes não entender. Apenas sentir.
Ninguém é tão forte quanto aparenta, aparentemente diferente de cada soprar do vento que passa diariamente entre nós, fazendo-se nós.
Carregamos séculos de erros e alguns anos de boas intenções.
- Uma bebida e um cigarro, por favor.
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