A ponta do espinho no meio do coração...
Deixando-o submisso sob qualquer situação inesperada
Tirando o brilho da lua, reagindo no vazio
O cigarro depois do café da manhã
A fantasia
Olhos fechados, pensamentos famintos e mãos atadas, presas na cama
Gosto por gosto... sabor por sabor, alma por alma
Sem nojo, sem medo... certas intimidades aos lugares das borboletas do prazer
um bico beijando o sorriso.
Hmmmm, irmã poeta. Que coisa linda!
ResponderExcluirO texto de hoje desperta a lembrança de quem viveu certas experiências (secretas e inesquecíveis). Fulana,a distância e o tempo transformam a visão que temos de tudo...Com o tempo, descobrimos que tudo passa...E esse seu tempo aí eu já vivi...É bom de viver. Aproveite, poetisa linda!
ResponderExcluirparece com uma tarde de domingo de baixo do edredon de preguiça e saudade, saudade da pequena distância entre nós e a pessoa querida que levantou-se para escovar os dentes... é o que imagino, saudade, desejo das mãos atadas sempre, sempre...
ResponderExcluiruma lagrima querendo cair, insistindo ...
ResponderExcluirdanada!
A lembranca do abraço, aquele abraço...
Mau consigo interpretar essa sensação!
Olhares pedindo: Não vai amor...Fica so mais um pouquinho...