quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

guerras frias, poesia!

nem menos
nem mais
a palavra se faz

o vento ecoa nos auto-falantes
como um ronco morto
de suas loucuras lúcidas
e suas insustentáveis vidas
frias

de dentro
pra fora

arremessando
corações explosivos
transformando todos os sonhos
rebocados de incertezas
enquanto escorrem 
feito macarrão: instantâneo

minta sóbrio
como tinta a óleo
vista o ópio
risca o óbvio
viva!

aquilo que a mente fantasia
quando se faz palavra, vira poesia. 

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