Do cigarro acabando, e das folhas secas caindo ao renascer de novas esperanças. O dia nasce mais uma vez, lindo como nunca; nuvens bordadas de ouro, mostrando a ela o quão é bom viver ao lado dos céus, na grandeza dos mares, nas simplicidades simples do bom dia sincero... e do respirar das árvores.
Tempo de carne e osso, do menino que dança a malemolência. Deixa entrar.
E ao sair sem almejar, não feche a porta, querido.
Porque tu há de voltar.
Mais um drink, por favor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário