quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Distraída, confusa, perdida.

Descobri uma menina que havia por trás de outra. Que imaginava coisas sobre tudo ser diferente. E perdia quase todas aquelas pessoas que ela sempre desejava por perto.
Sentada de mal jeito e com o peso de dias passados não tão bons, decidiu debruçar-se sobre sua mente tão cheia de coisas. E sem querer ouvir, sem querer falar... ela ouve aquilo e responde com tal:
'você ainda gosta de mim?' - a perguntaram, com tom de vergonha
E naquela hora ela queria (Ah como ela queria...) falar tudo que sentia, mas
"você sabe" - respondeu ela,
com a cara mais limpa do mundo e com sua certa vontade indesejável.

E ela que olhava torto para os amantes, hoje deseja ser um deles.
Porque não há nada pior do que não ter o gosto que é gostar. Com o cheiro de toques de veludo camuflados com pimenta e metades de morangos.
Toda sua vontade de não querer parar de falar, naquele momento, parou.
Por sua única vez, ela decidiu continuar e não olhar tão torto assim os passos dados para trás.
Foi quando as ondas se tocaramno fluxo lunar, terminando a noite sem tantos pensamentos vazios assim.

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