Eu poderia ficar aqui, passar horas e horas pra encontrar, nem que por um segundo, uma mínima nota musical; e depois, não desejar mais nada. E depois das horas, desejar tudo; mas também poderia ficar aqui observando os sorrisos e olhares que aqui nesse canteiro passa; e depois, parar de desejar tudo.
De alguma forma eu poderia odiar tudo que escrevo e fazer o inverso das coisas que penso, falo, sigo. Além de poder querer que nada mais fizesse sentido (risos).
Queria poder voar. Mas voar me deixaria nas nuvens, que é por lá que apareco enquanto durmo. E não pretendo passar uma vida toda dormindo.
Indescritivelmente desejaria acelerar todas as músicas, e então, nessas mesmas, diminuí-las lentamente, até o silêncio.
Uma vez já chamei o tempo de covarde, mas percebi que a covarde estava sendo eu. Por não enfrentá-lo de peito aberto.
Eu me fechei. E então me abri. E então tudo era eu. Tudo estava em mim. O poder das borboletas não aparecem só para enamorados, vai sempre estar interligado. Mas nem sempre junto.
Agora já não sei mais de nada, mas se perder é essencial. O meu rumo é traçado pelas estrelas e nuvens do meu pensamento. Em cada caminho eu me conheço mais...
And the blood is in my head
ResponderExcluirMan thank God that I'm as good as dead
And thank your God that I'm not aware
And thank God that I just don't care
And I guess that I just don't know