E de quantas voltas por cima as pessoas vão me dar? Quantos 'não' eu irei precisar ouvir pra ficha chegar a cair? Quantas pessoas vão rir de mim apenas pelo fato de guardar algo dentro de mim, que me odeia? Será que vai ser sempre assim, todo mundo mostrando as cartas verdadeiras em minha frente e eu apenas rejeitando-as?
Chances de felicidade vindo, e indo com mágoas;
Dias que chegaram ao acaso ser um pouco feliz e, deixar de ser mais ainda por falta de algo, ou alguém;
Certamente não queria maioria das coisas que faço, mas não sei como dar stop em algumas coisas. Essa coisa de permitir-se apenas a uma pessoa é errada. Ainda vou ouvir muitas vezes um "deixa de ser assim, menina" e mesmo com isso não irei saber o que fazer no ponto certo, talvez nem saiba qual será esse ponto ainda.
Não quero pretenções pra que as pessoas gostem de mim, não saberei ao certo retribuí-las. E quero poder dar o dobro de mim pra elas. Quero poder gritar, baixinho... apenas pra que saibam que eu existo e que posso fazer falta em algum momento, até que seja desnecessário.
Mas a cada tentativa que eu faço, uma faca de sangue frio é atirada contra meu peito. A cada tentativa que eu faço, um pedido pra fugir de tudo isso é alertado e implorado. A cada tentativa, um choro de criança que descobre não ser mais tudo como antes, grita. E a cada tempo que tudo isso acontece eu ficarei presa em uma prisão onde quem não consegue sair do passado, fica. É de qualquer um sentir-se inútil!
E a cada abraço, eu sempre recebo o melhor de cada um.
Talvez seja isso que me importe, reconhecê-los apenas... tratá-los bem, de maneira que cada um merece. Apenas não deixar qualquer pessoa que chegar ao meu redor entrar em meu infinito particular, porque nesse... já fizeram bagunça demais.
Gostei do blog.
ResponderExcluirDa maneira que escreve.
Tenho uma lista enormes de blogs assim, não me canso de lê-los todos os dias e sempre procurar por mais.
É meio que uma inspiração.
Beijinho.