quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

pequenas pétalas de desafios

E havia uma menina que passou a desacreditar de (quase) todas as coisas que alguém ja pudesse chegar nela e falar, ou lhe contar das coisas que esse outro alguém quizesse vim contar, mas ela não acreditaria que a história dela fosse ter continuidades de maneiras felizes, cheio de sorrisos e olhos com lágrimas de felicidades diárias, ou semanais. Que seja! Dia seguinte, ela acorda, logo após, fecha os olhos e respira fundo (demais até); veste-se e vai até a primeira padaria próxima a sua casa, mesmo sem saber o que iria comprar, ela foi seguindo em frente... andando devagar, cabeça com pensamentos de quão ruim o dia poderia ser, o pensamento era 'qual será a mágoa de hoje?'. Repentinamente, ela para, abaixa, olha e pensa 'PUTA QUE PARIU! QUAL O SENTIDO DESSA FOLHA ME APARECER LOGO HOJE?' (expressão facial de um bebê quando vê a mãe). Era uma pétala, um desafio. De quem, ainda não sei... Mas ela levou como um desafio de dar novas chances ao que lhe venha acontecer daqui pra frente. Seria possível arriscar mais uma vez todas aquelas coisas que no dia anterior ela pensou em não mais tentar? ou melhor, seria bom arriscar coisas com os DOIS PÉS ATRÁS?
Pensando bem, eu não sei. Pensando bem, pra quê todos esses nós? Ela nem sabia quem havia deixado a pétala cair, só sabia que deveria arriscar mais uma vez, e continuar arriscando sempre que as tempestades terminassem, sempre que as pessoas pudessem rir da cara dela por achar charmosinho o fato de ter alguém so pra ela. E daí??? Estranho seria dizer que, de fato, você aceita dividir pessoas com outras pessoas e gerando assim mais e mais pessoas. Daqui a pouco isso tornaria um puta relacionamento cheio de vadias! (ah, é sim. e eu uso o termo dessa palavra quando eu quiser!!!). Podem rir, fiquem a vontade.

O desafio feito remete a um aceito, não sei por quem. Ela nem quer saber por quem, isso pouco importa.
Apenas aceitou.

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