Não entendo o porquê da força de vontade nem sempre valer de nada. Não consigo lidar com minha incapacidade do "querer". Sinto saudade de quando limitava-me a viver sem ter que me debater com a minha constante roda de pensamentos.
Não adianta dizer que não vou voltar a tentar o que quer que seja na minha vida. Não servirá afirmar que não me envolverei emocionalmente com mais ninguém. Não fará sentido ser convicta quando de um "não" voltar a confiar em algo ou alguém.
Conheço-me.
Continuarei, vezes sem conta, a confiar, a tentar, a gostar, a viver, a voar mais alto do que deveria e provavelmente a cair mais uma vez.
E que tudo deve seguir, sem linhas, poucos sentidos, e intragáveis, mas bons amores mal-resolvidos...
adorei a iniciativa...saber do exercitar da escrita, da tradução das emoções...que até onde consigo visualizar são tão instáveis, pelo dito( e sobretudo, pelo que não revelas)bleratu
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