Respirando
horizontes
novinhos
em
folha
e
reinventa-me-ei
sempre
que
preciso
mais
sol
se
preciso
flor.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Outro canto em qualquer canto
Ainda que meio de canto, eu canto.
Canto um conto
Conto um tanto
Tanto um quanto
Quanto ou quando?
Quando encanto
Enquanto encontro
Um outro canto.
O amor na prática é contraditório
Por isso nunca amei ninguém.
E sempre vou amar.
Canto um conto
Conto um tanto
Tanto um quanto
Quanto ou quando?
Quando encanto
Enquanto encontro
Um outro canto.
O amor na prática é contraditório
Por isso nunca amei ninguém.
E sempre vou amar.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Aos garotos
Aquele garoto de cabelos longos, boa conversa e um ótimo gosto musical... o garoto que de primeira vista não se deixou levar por, quiçá, uma timidez.
O garoto que guarda um coração imenso por dentro e um sorriso maior ainda por fora
Que escreve no coração assim como um popstar escreve compõe suas próprias canções
Aventureiro. Destemido. E agora, mais vidrado ainda no prazer da aventura com pessoas desconhecidas, até então.
O pequeno-grande-menino do rock, das ruas, das noites, das escaladas, das viagens...que embala seus dias noturnos regados a vinho, rock, conversas jogadas ao tempo e guardadas num recanto especial para pessoas pouco conhecidas, mas com um grande significado.
Marcado à sangue, que ele percorra por todas as correntes transmitindo o bom e velho rock'n'roll. E amor.
Aos garotos do rock, um brinde aos bons sons e aos novos ventos.
sábado, 4 de agosto de 2012
Por mais de mil km/h
Tem algo que sempre entra sem permissão, bagunça tudo, faz aquele seu lado "menos visto" tornar-se mais transparente. Tem algo que não se importa em qual situação você se encontre, se está bem ou mal, feliz ou triste, no melhor dos amores ou naquelas brigas incalculáveis. Tem algo mais teimoso do que certos orgulhos, algo que é mais forte do que certas palavras, algo que chega a cair mais do que c
ertas lágrimas de tristeza....porque você simplesmente lembra, e sorri.
Sempre tem algo que você lembra. E que, por algum motivo não se deixa perder por nada, dentro de uma mente que parece não querer pulsar no exibicionismo de pensamentos malucos.
Tem algo que... enfim...
A saudade comeu meu nome, meu endereço...
Sempre tem algo que você lembra. E que, por algum motivo não se deixa perder por nada, dentro de uma mente que parece não querer pulsar no exibicionismo de pensamentos malucos.
Tem algo que... enfim...
A saudade comeu meu nome, meu endereço...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Aconchegante e meio ralé
eu queria uma casinha na árvore,
algo feito pra nós.
a fins de um amor simples, de dormir ao seu lado e receber um bom dia mais simples (e sincero) ainda
tomar café em pequenas chícaras, conversar sobre o seu dia
sobre o amor...sobre os pássaros
e sorrir.
numa pequena cama deitar pra repousar sobre o teu peito
e de nada mais temer,
colocar um som qualquer, sem nada de nossa trilha sonora
tudo sem muito clichê, sem muito estragos e mais ganhos.
e ali deitar
e ali ficar, repousar
observar as luas, estrelas e brincar com as nuvens
que aos finais de tarde só nos reste suspirar e respirar.
nossa casinha apertada
aconchegante e meio ralé.
algo feito pra nós.
a fins de um amor simples, de dormir ao seu lado e receber um bom dia mais simples (e sincero) ainda
tomar café em pequenas chícaras, conversar sobre o seu dia
sobre o amor...sobre os pássaros
e sorrir.
numa pequena cama deitar pra repousar sobre o teu peito
e de nada mais temer,
colocar um som qualquer, sem nada de nossa trilha sonora
tudo sem muito clichê, sem muito estragos e mais ganhos.
e ali deitar
e ali ficar, repousar
observar as luas, estrelas e brincar com as nuvens
que aos finais de tarde só nos reste suspirar e respirar.
nossa casinha apertada
aconchegante e meio ralé.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Despir-me das palavras
Fez-se como um pássaro, surreal
Voando para o lado certo, colocando as coisas no lugar enquanto assobiam canções ao vento.
Ou talvez no meio de tantas voltas eu encontre o meu lugar.
Do lado avesso.
Do lado certo que as coisas são.
Voando para o lado certo, colocando as coisas no lugar enquanto assobiam canções ao vento.
Ou talvez no meio de tantas voltas eu encontre o meu lugar.
Do lado avesso.
Do lado certo que as coisas são.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Aponta pra fé e rema..
Doce o mar, perdeu no meu cantar...
Doce o sorriso que permanece intacto em todas essas cabecinhas, dentro de todas essas lágrimas. Da vontade de voltar. Da vontade do abraço. E que eu não me perca, que você não me solte. Que você não nos solte.
Fiz a minha realidade se perder nas devaneações da minha irrealidade por causa da não despedida que virou saudade.
Não reconheço o sentido de estar só, entre tantos caminhos longos, entre toda a eternidade, entre tantos sorrisos e brincadeiras, entre mensagens e fugas. Entre a melancolia. Só a saudade.
[E eu peço todas as noites para que papai do céu cuide de você, do mesmo jeito que eu cuidaria.]"E se o tempo for te levar
Eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar"
só não se perca de mim.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Das questões retóricas
E o motivo de não tê-las é que com os olhos as alcanço...
[estrelas]
Senão passarinho, são tocadas como desenhos interna-mente...
[nuvens]
Se a razão não consegue alcançá-la, por que existir?
[esperança]
Se ainda não provou, por que tanto medo do agridoce, do fel e dos sabores?
[amor]
Desfazer-se do que existe? Pirar? Gritar? Transbordar?
[vida]
Sintomas...
[o riso no cantinho da boca]
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Escorre, corre, escorrega.
Temos vidas que ninguém vê, onde as pessoas passam, nós passamos, as vemos, mas não vemos as vidas que elas têm, nem elas a vida que temos.
E eu tento viver de corpo todo,
E eu tento viver de corpo todo,
perdida entre teus ponteiros. Que o tempo passa, a gente passa;
a hora passa, certas coisas ficam e milhares se vão.
Em teus ponteiros uma hora só, meu corpo incógnito: sentindo apenas o auditivo, sem tornar-se palha seca, absorvendo todo o úmido. Entre suas escorregadias pernas.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Inexpressivo
Abri as gavetas,
palavras também podem mofar. Eu sei.
Enforco-me, em foco
O foco interrompia a abertura da porta
e a porta... o foco desejado.
Vim deixar um recado, pendurado no canto do espelho
escrito em letras tortas e apressadas, num devaneio de línguas
onde a minha encontra a sua.
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