sábado, 31 de janeiro de 2009

bipolaridades

sinto uma puta vontade de estar com voce.
(repentinamente...
sinto uma puta vontade de brigar com voce. )

sinto vontade de falar o quanto é bom estar com voces
(repentinamente...
sinto ser coisa de momento. )

quero estar em algum bar, arrodeada de amigos, conversando e tomando uma cervejinha de leve, só pra refrescar mesmo.
(repentinamente...
quero estar em casa, só. na janela do meu quarto. )

é ter maria.
(e repentinamente...
e agora josé?. )

Temporais

Pelo menos uma vez durante a semana costumamos reunir todo pessoal na casa de alguém, compramos cigarros, bebidas e jogamos cartas ou dominó; dependendo do humor de todos na mesa. Conversas jogadas para passar o tempo, deixando-o lento e cada vez mais saboroso para deliciar tudo que estamos passando e todas aquelas coisas que já se foram, porque não custa nada abrir a boca e falar de experiências que não funcionaram, ou que funcionaram até certo tempo e que fizeram valer apena.. ainda fazem, até. Sempre alguém fica pegando no pulso e olhando para o relógio e sempre tem alguém reclamando de não se importar tanto assim com o tempo, mas dessa vez foi totalmente diferente. Levantaram-se da cadeira e foram até o calendário ver quantos dias ja haviam passado. Alguns minutos depois de observar, olhou para todos que restaram na mesa e no chão e disse:
"o ano tá passando rápido demais"
então alguém la do fundo, bem do fundo mesmo, onde ninguém ainda havia observado, fala baixinho:
- não é bem o ano ou o tempo que está passando, é voce e suas mudanças.
pensou, observou todos ao redor e calou-se desde então.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

e na noite passada...

E lá onde todos estavam, habitava uma certa pessoa que logo mais iria nos desapontar e nos desconsiderar. Noite vai, bebidas e cigarros usados como 'maneiras de sorrir', apenas para aquela noite, músicas no celular, papos em dia e tudo mais que se possa imaginar numa noite em que tudo tinha a ser interessante... Eis que surge um trio filho da mãe que levou a certa pessoa pro outro lado da coisa e, fomos embora. Minutos depois, quando bate no relógio da igreja 00:00 meu celular toca. Era a tal pessoa, na qual dizia "cê tá aonde? vem me buscar, por favor." Eu, meu primo e uma amiga, nem estávamos putos da cara nem nada, então respondi "onde que você tá? cade as pessoas que estava com voce?"; foi então que aquela voz de S.O.S responde de longe, quase caindo (sim, eu vi a cena) "vem me buscarr, por favor. eles me deixaram aqui". Logo de cara todo mundo pensa que, puta que pariu, se não fosse pra cuidar da certa pessoa até o fim, então nao o convidasse para ficar com eles. Certo? Respira!
Tudo bem, continuando... O pior ainda estava pra chegar, porque mesmo que a certa pessoa não estivesse conosco na hora da desgraça (sim, porque realmente foi) quem levaria a culpa no final de tudo, quem seria? eu né? só pode. Afinal, sou a única pessoa ruim da turma para os familiares da certa pessoa. Ah, mas palavras foram o que não me faltaram nessa noite.. e ele ouviu.

Fim de noite: "isso tudo vai pra um texto, e todo mundo irá saber, de uma forma ou outra, quem são seus verdadeiros amigos, Eduardo."
Eis aqui então.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

voltar atrás

não entendo essa coisa de gostar de alguém e depois de algum tempo, alguma briga ou, o que (não) quisera que fosse, deixar todo modo de convivência de lado pelo simples e ridículo fato de não querer correr atrás. tudo isso pra quê? mostrar orgulho? só sendo, porque não passa disso.
e para muitos, acredito que maioria, essa péssima 'mania' é coisa de quem desde começo não queria nada mais que estar com alguém, talvez até mesmo por medo de acabar ficando sozinha (o). uma das melhores coisas que ja inventaram foi a recaída, ela sim, consegue demonstrar - mesmo que calado - o quanto você queria estar com aquela pessoa, mas que por alguns motivos, não consegue estar por inúmeros fatos ocorrentes no modo de convivência de dois, um par. e se tudo passa, então deixe que passe de formas marcantes, não por formas de orgulho. porque esse não vai chegar muito longe, acredite. certo modo, todas as coisas acabam incompletas.
jaz aqui o incompleto de mais algum texto que pudera tornar-se completo, mas não dá.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

nuvem branca sem sardas

e todas aquelas coisas não significariam nada, como se fossem observadas de olhos fechados, esperando por coisas até então ditas, nunca feitas. todas aquelas coisas que tem sentido e, ao mesmo tempo, não. talvez se elas chegassem todas, ao mesmo tempo, sem sentido, elas teriam algum sentido - significariam algo - deixara de olhos bem abertos e aí sim, fariam todo sentido do mundo; não adiantaria muito não querer bem aquela coisa toda, porque mesmo que a intenção fosse não querer no final iria acabar querendo e vendo todas aquelas coisas de outras maneiras. várias, diria eu.

algo apenas seu

[não existe]

já perdi coisas que julgam imperdíveis. pessoas que pensei serem eternas vieram assim como também se foram. e então tudo muda, inclusive as ações. eu mudo (constantemente à todo tempo). minhas formas para hoje adaptam-se constantemente ao que tenho, ao que vejo, ao que se enquadra com o que me rodeia.
nada será pra sempre.
apenas aceito, apesar dessa frase rodear meus pensamentos.

A partir de hoje...

...quisera um mundo melhor!

Sim, porque pior é impossível.

descontrair

O muleke que come sabão
Mija bolhinha
E come denovo
essa rotina o cansa
Pra caralho
êta muleque ruim!!!

Eu digo que você se arrocha
se comer sabão em barra
Muleque fela da puta

O muleke que come sabão
Caga bem cherosin
E eu com isso???
Foda-se mesmo assim

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

diálogos de uma noite

"você acredita em possibilidades impossíveis?"
- não.
"então não faça quem acredita, desacreditar."

elas e eu


duas: duas faltas.

uma, cheia do swing
duas, cheia daquele certo talento pra observar tudo

uma, me ama
duas, ama mais ainda
três, together

uma, duas, três
aqui, ali, acolá... dane-se, que pouco importa.

pessoas de muito longe, carinhos de muito perto


Fê, Mandóca
te gosto, otárias.
(de muito longe faz falta muito perto)

PELAS FUTURAS MARVADAS PINGAS!